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MAI
08
08 MAI 2015
GERAL
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Rede de Proteção contra a violência realiza orientação com profissionais da Educação
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Nesta semana aconteceu em Piraquara uma formação, realizada pela Secretaria de Educação, de representantes da Rede de Proteção com diretoras e coordenadoras pedagógicas de Centros Municipais de Educação Infantil e de Escola Municipais, com o objetivo de refletir sobre a participação dos profissionais da Educação na Rede, a identificação dos tipos de violência, a responsabilidade e os encaminhamentos para os casos identificados. Participaram também professores representantes, representantes do CEMAIE, das Secretarias de Assistência Social e de Saúde, Nuprevi, além de outros funcionários da Educação. Os jovens Carol, Matheus e Ludiele, do Grupo JOPE, fizeram uma participação especial, apresentando um teatro que retrata a situação de violência na vida das pessoas e a busca de superação. Eliz Regina da Silva Otto, da Secretaria de Educação, explica que foi feito um traçado da linha do tempo sobre todo o estudo, fiscalização, implantação de políticas publicas e de enfrentamento às situações de pessoas vítimas de violência no município. "O momento foi uma troca de experiências para tirar dúvidas e levantar apontamentos quanto ao funcionamento da rede de proteção no município", fala Eliz. Os resultados desse esforço conjunto são a qualificação do trabalho e a garantia de direitos, reconhecer que toda uma rede de instância protetora deve ser acionada, articulada e mobilizada com o objetivo de identificar e mapear o problema e as potencialidades das instituições que atuam na área de Saúde, Educação e Assistência Social a fim de realizar uma intervenção mais efetiva, contextualizada e integral à pessoa em situação de risco para a violência. A professora Jucely, da Escola Municipal Geraldo Casagrande, declara sobre a "importância do olhar que é necessário ter em relação às vitimas pois a mesma mão que aparentemente passa carinho, pode ser aquela que pratica a agressão". Márcia, coordenadora pedagógica do CMEI Tia Tôto, destaca que "algumas ações, se colocadas em prática, provocam mudanças positivas em situações em que pessoas vivem ou convivem com a violência". Para a diretora do CMEI Cantinho Feliz, Françoise, "uma rede de proteção quanto aos casos de violência só funciona de fato quando há participação, assiduidade e envolvimento de todos os serviços de apoio que a compõe. E isso é o que buscamos garantir", diz. A Rede de Proteção A Rede de Proteção é formada por representantes da Educação, Saúde, Assistência Social e outras instituições de serviço público municipal, estadual e outros parceiros como Ministério Público, assessoria jurídica, Vara da Infância e Juventude, Vara Criminal, Delegacia de Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, com o objetivo de proteger e auxiliar crianças, adolescentes, mulheres e idosos em situação de risco para a violência. Qualquer pessoa que esteja em situação de risco ou que conheça pessoas em situação de risco pode procurar ajuda em um desses órgãos. Veja aqui as fotos da reunião.
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